S.Alberti Design

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Book Art: primeiro Sketchbook 13/10/2011

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O termo sketchbook (sketch = esboço) significa algo como “um caderno de esboços”. Frequentemente utilizado pelos artistas para desenhar ou pintar como uma parte do seu processo criativo. Chamado por alguns como “livro de artista”, trata-se de um canal onde a criatividade pode ser expressa em toda sua plenitude, sem amarras ou idéias pré-concebidas.

» Este é o primeiro sketchbook criado por Sergio Alberti, onde ele apropriou-se de um elemento bem antigo e raro (um velho álbum de discos de vinil) transformando-o em suporte para suas ideias. Nele estão registradas suas emoções como um artista gráfico que faz design.

Trecho caligrafado: “Cântico”, poesia de Vinicius de Moraes.

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Projeto acadêmico – Abertura programa TVE 12/10/2011

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Storyboard da abertura de programa (fictício) sobre curtas e cinema amador, a ser exibido pela TV Brasil (antiga TVE). Grande parte da concepção gráfica foi feita manualmente (uso de papel, tinta-nanquim e colagem) e depois montada no computador. O projeto teve destaque na época e foi cotado para ser publicado no portfólio da faculdade.

 

Projeto Selecionado – Livro “Arte da Aurora” 09/10/2011

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Projeto gráfico de livro com ilustrações autorais sobre uma seleção de dez poemas de Vinicius de Moraes. Este projeto foi selecionado para ser apresentado e exibido no 16º NDesign de Brasília.

 

Palestra NDesign (Brasília) – “Arte da Aurora: ilustrações sobre a poesia de Vinicius de Moraes” 01/10/2011

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A apresentação aconteceu no dia 3 de julho de 2006, no Auditório de Música da Universidade de Brasília (UnB), durante o “16º NDesign“, para um auditório lotado. Com a criação do projeto gráfico para um livro de poesias fui um dos 24 trabalhos selecionados entre as mais de 80 inscrições de graduandos de todo o país. Pranchas de exibição desse projeto entraram também em exposição, que aconteceu na Biblioteca Central (BCE) da mesma UnB.

Com ele, também representei a UniverCidade no concurso “RIOnovosDESIGNERS III”, durante a semana “RIOfazDESIGN”, que é promovida pelo Governo do Estado do RJ e apoiada pelo SENAC-Rio.

 

Material de trabalho 30/09/2010

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Essa pena (detalhe da etiqueta da Casa Cruz) é a minha cúmplice nos momentos de criação…

 

Projeto Pessoal – “Experimente viver” 30/09/2008

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“OS MEDOS, TRAVESTIDOS DE DOGMAS, bloqueiam a criatividade, criando desafios para viver plenamente a sua existência. Não existem desafios intransponíveis. Existem caminhos.

Existe o caminho da razão e o caminho do coração. Escolha o caminho do DISCERNIMENTO.

Nem difícil, nem fácil. O caminho da REALIZAÇÃO.

Nem certo, nem errado. O caminho da CONFIANÇA.

Nem sucesso, nem fracasso. O caminho da PLENITUDE.

Todos os seres humanos são criadores por natureza, mas por submeter-se preconceituosamente aos dogmas promovem a ignorância e disseminam a escravidão.

A existência não cria criaturas, mas criadores. Todos são criadores. Todos criam o próprio destino, a própria realidade. Todos podemos criar e recriar. Recriar e criar livremente. Este é o grande jogo da vida. O maior dom que todos têm. O dom de recriar a sua vida. Assuma o compromisso com a felicidade, o amor e a realização.”

“Você tem seus pincéis e suas tintas, pinte o paraíso e depois entre!”

(Texto e frase de autores desconhecidos).

» Nessa ilustração, bem experimental, utilizei-me de colagem manual, tinta, nanquim e fotografia para expressar um momento pelo qual passava, de dúvida, de “que caminho devo seguir?” O detalhe tipográfico é o fragmento de um poema de Vinicius de Moraes, caligrafado por mim.

 

Projeto Pessoal – “A Conquista da Responsabilidade” 29/09/2008

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TORNE-SE QUEM VOCÊ NASCEU PARA SER.

“O exílio auto-imposto é um tema recorrente na Mitologia, mas também é parte da história americana, como na épica história de Theodore Roosevelt.

Roosevelt foi para o Oeste americano depois que uma tragédia particular arruinou suas ambições políticas: sua esposa e sua mãe morreram no mesmo dia, 14 de fevereiro de 1884. Ele ficou arrasado, foi quando escreveu em seu diário:

– A luz saiu da minha vida…

Roosevelt buscou refúgio nas terras áridas do Oeste bravio, pondo-se à prova no deserto, onde a natureza exterior quanto a interior e o modo como ele as combateu constituiu o seu maior inimigo. Quando sua tristeza diminuiu, Roosevelt dedicou-se ao rancho. Mas em seus próprios termos. Ele vestia uma cara roupa de couro e suas pistolas e fivelas eram da Tiffany. Os caubóis chamavam-no de “Quatro Olhos” e achavam que ele não passava de mais um tôlo do Leste. Também zombavam de sua peculiar dicção de homem bem-nascido; para risada geral, uma vez ouviram-no gritar: – Apressai-vos a vir aqui!, o que sem dúvida soou esquisito quanto soa hoje. Ele cavalgava sem destaque e atirava mal.

Mas ele se esforçava mais que os outros. Sua coragem e perseverança lentamente conquistaram o respeito dos caubóis. Acima de tudo, ele aprendeu como as pessoas comuns vivem, uma lição que lhe foi muito útil como presidente. Isso o transformou de um pedante da Costa-Leste em um homem do povo, que compreendia a imensa variedade de pessoas daquele país. E Roosevelt não teria sido presidente dos EUA se ele não tivesse suportado muitas provações que se interpunham entre ele e o papel que lhe cabia.

Em nossos sonhos, aspiramos a ser como Roosevelt, a pessoa que volta e reivindica seu país, sua terra, seu povo, seu mundo.”

(Trecho traduzido dos extras do DVD “O Senhor dos Anéis, O Retorno do Rei”).