S.Alberti Design

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Edital OI Futuro – Apresentação Projeto 16/10/2011

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Elaboração do roteiro (juntamente com Dani Falcão) e design das telas de apresentação para o edital da OI, inspirado no conceito de storyboard.

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Edital OI Futuro – Portal OIne

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Arquitetura da informação e design de interface para a homepage do portal. Projeto preparado para concorrer no edital de Patrocínios Culturais Incentivados da OI.

 

Book Art: primeiro Sketchbook 13/10/2011

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O termo sketchbook (sketch = esboço) significa algo como “um caderno de esboços”. Frequentemente utilizado pelos artistas para desenhar ou pintar como uma parte do seu processo criativo. Chamado por alguns como “livro de artista”, trata-se de um canal onde a criatividade pode ser expressa em toda sua plenitude, sem amarras ou idéias pré-concebidas.

» Este é o primeiro sketchbook criado por Sergio Alberti, onde ele apropriou-se de um elemento bem antigo e raro (um velho álbum de discos de vinil) transformando-o em suporte para suas ideias. Nele estão registradas suas emoções como um artista gráfico que faz design.

Trecho caligrafado: “Cântico”, poesia de Vinicius de Moraes.

 

Material de trabalho 30/09/2010

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Essa pena (detalhe da etiqueta da Casa Cruz) é a minha cúmplice nos momentos de criação…

 

Projeto Pessoal – “Caligrafia”

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Estudo caligráfico (em nanquim) sobre fotografia.

 

Projeto Pessoal – “Experimente viver” 30/09/2008

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“OS MEDOS, TRAVESTIDOS DE DOGMAS, bloqueiam a criatividade, criando desafios para viver plenamente a sua existência. Não existem desafios intransponíveis. Existem caminhos.

Existe o caminho da razão e o caminho do coração. Escolha o caminho do DISCERNIMENTO.

Nem difícil, nem fácil. O caminho da REALIZAÇÃO.

Nem certo, nem errado. O caminho da CONFIANÇA.

Nem sucesso, nem fracasso. O caminho da PLENITUDE.

Todos os seres humanos são criadores por natureza, mas por submeter-se preconceituosamente aos dogmas promovem a ignorância e disseminam a escravidão.

A existência não cria criaturas, mas criadores. Todos são criadores. Todos criam o próprio destino, a própria realidade. Todos podemos criar e recriar. Recriar e criar livremente. Este é o grande jogo da vida. O maior dom que todos têm. O dom de recriar a sua vida. Assuma o compromisso com a felicidade, o amor e a realização.”

“Você tem seus pincéis e suas tintas, pinte o paraíso e depois entre!”

(Texto e frase de autores desconhecidos).

» Nessa ilustração, bem experimental, utilizei-me de colagem manual, tinta, nanquim e fotografia para expressar um momento pelo qual passava, de dúvida, de “que caminho devo seguir?” O detalhe tipográfico é o fragmento de um poema de Vinicius de Moraes, caligrafado por mim.

 

Projeto Pessoal – “A Conquista da Responsabilidade” 29/09/2008

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TORNE-SE QUEM VOCÊ NASCEU PARA SER.

“O exílio auto-imposto é um tema recorrente na Mitologia, mas também é parte da história americana, como na épica história de Theodore Roosevelt.

Roosevelt foi para o Oeste americano depois que uma tragédia particular arruinou suas ambições políticas: sua esposa e sua mãe morreram no mesmo dia, 14 de fevereiro de 1884. Ele ficou arrasado, foi quando escreveu em seu diário:

– A luz saiu da minha vida…

Roosevelt buscou refúgio nas terras áridas do Oeste bravio, pondo-se à prova no deserto, onde a natureza exterior quanto a interior e o modo como ele as combateu constituiu o seu maior inimigo. Quando sua tristeza diminuiu, Roosevelt dedicou-se ao rancho. Mas em seus próprios termos. Ele vestia uma cara roupa de couro e suas pistolas e fivelas eram da Tiffany. Os caubóis chamavam-no de “Quatro Olhos” e achavam que ele não passava de mais um tôlo do Leste. Também zombavam de sua peculiar dicção de homem bem-nascido; para risada geral, uma vez ouviram-no gritar: – Apressai-vos a vir aqui!, o que sem dúvida soou esquisito quanto soa hoje. Ele cavalgava sem destaque e atirava mal.

Mas ele se esforçava mais que os outros. Sua coragem e perseverança lentamente conquistaram o respeito dos caubóis. Acima de tudo, ele aprendeu como as pessoas comuns vivem, uma lição que lhe foi muito útil como presidente. Isso o transformou de um pedante da Costa-Leste em um homem do povo, que compreendia a imensa variedade de pessoas daquele país. E Roosevelt não teria sido presidente dos EUA se ele não tivesse suportado muitas provações que se interpunham entre ele e o papel que lhe cabia.

Em nossos sonhos, aspiramos a ser como Roosevelt, a pessoa que volta e reivindica seu país, sua terra, seu povo, seu mundo.”

(Trecho traduzido dos extras do DVD “O Senhor dos Anéis, O Retorno do Rei”).